Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Namoro, casamento e estatística

Aproxima-se o dia 14 de Fevereiro e, confesso, já andamos entusiasmados com a coisa.
Não só pelo dia em si, mas especialmente pela possibilidade de um jantar "civilizado", no qual a contribuição dos avós em guardarem a prole é inestimável.
Seguindo uma tradição muito nossa este ano calhou-me a mim tratar de escolher o local do jantar.
O ano passado a escolha dela foi esta e só posso dizer que foi tremendamente agradável.
A escolha deste ano já está feita e, embora mais em conta porque há mais uma boca a alimentar, espero que seja igualmente boa.
A propósito disto de namorados e casais e tal li há uns dias a anedota que dizia que a comida mais anti afrodisíaca do mundo é o bolo de casamento.
Não sei se concordo muito com isto.
É verdade que com o casamento (ou o juntar, partilhar, o que quer que o valha) há algumas coisas que mudam. Sem dúvida!
Por exemplo aquela sofreguidão de aproveitar qualquer aberta para uma coisa do tipo "vai ser bom, não foi?", passa.
E por um lado ainda bem. Podemos desfrutar e aprender a saborear momentos com mais tranquilidade e com muito, muito sabor.
No entanto há sempre que manter uma pitada de loucura! E aqui é que me parece ser o segredo da coisa: é que o casamento implica esforço, dedicação, paciência e outras que tais para que a chama não se apague e se mantenha bem viva.
Agora o que me parece que pode dar cabo do "afrodisiómetro " é a estatística!
A estatística é tramada.
Vejamos: nesta casa até há dois anos e sete meses atrás 90% das situações em que se ouviam suspiros, gemidos ou afins estavam associadas a situações agradáveis.
Actualmente 95% das vezes em que esses sons são produzidos dizem respeito a situações que de agradável têm muito pouco (fraldas sujas, fome, dor, mimo,...)
Se eu desse muita importância à estatística estava tramado!
Contado por Pai Babado às 12:14
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De a secret girl a 19 de Fevereiro de 2007 às 01:18
passei por aqui e deliciei-me a ler todos os posts, adoro os que contam historias que se passam com a pequenita, quando dei por mim imaginei como seria quando tivesse um filho(a), eu que penso mais numa futura carreira do que numa familia ou coisa parecida.
continua com os posts tao originais ;)
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